Pelos feriados nos <i>callcenters</i>

A greve de seis dias dos trabalhadores da Randstad em callcenters, concluída a 2 de Janeiro, registou índices de adesão entre 59 e 95 por cento, segundo os sindicatos da CGTP-IN que convocaram a luta. Anabela Silva, dirigente do SIESI, disse à agência Lusa que a adesão foi de 95 por cento na EDP, onde laboram cerca de 1500 trabalhadores da Randstad, e na NOS, que tem cerca de 500. Victor Narciso, Secretário-geral do SNTCT, que representa trabalhadores na MEO e na NOS em Lisboa, indicou que a adesão foi de 59 por cento.
A luta foi promovida contra a recusa da administração da Ranstad em elaborar uma escala de feriados de Natal e fim de ano, bem como para dar força às exigências de aumentos salariais, uniformização do subsídio de alimentação, negociação do contrato colectivo e integração do pessoal das «prestadoras de serviços» nos quadros das empresas para que efectivamente laboram.



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